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Simulacro testa sistema de resposta a incêndios no Parque Empresarial do Casarão
área de conteúdos (não partilhada)Exercício simulou incêndio florestal de grandes dimensões com propagação ao PEC e permitiu testar evacuação, primeira intervenção, comunicações e atuação dos meios de socorro
Prevenir, testar e agir antes de uma situação real. Foi este o propósito do simulacro realizado, hoje, no Parque Empresarial do Casarão (PEC), em Águeda, que colocou à prova a capacidade de resposta das empresas perante um incêndio florestal de grandes dimensões e a articulação entre os diferentes agentes de proteção e segurança.
O exercício simulou um incêndio na zona florestal envolvente ao PEC, com uma evolução desfavorável em direção às empresas instaladas. Perante este cenário, o Serviço Municipal de Proteção Civil alertou das empresas, desencadeando-se os procedimentos previstos nos planos internos referentes às medidas de autoproteção das empresas. Os responsáveis de segurança das empresas acionaram as suas equipas de 1.ª intervenção, constituídas por trabalhadores previamente preparados e formados para responder a situações desta natureza.
O cenário ganhou maior complexidade quando foi simulada a projeção do incêndio para a cobertura da Triangle’s, uma das empresas mais próximas da área florestal. Perante o risco para o edifício, a empresa acionou a botoneira de alarme e avançou para a evacuação preventiva das instalações, enquanto a sua equipa de 1.ª intervenção iniciou o combate ao incêndio.
Os Bombeiros Voluntários de Águeda deslocaram-se ao local para apoiar a proteção do edifício e reforçar a resposta. Paralelamente, a GNR procedeu ao corte dos principais acessos ao PEC, garantindo o controlo da circulação e orientando os veículos que abandonavam o recinto. A resposta envolveu ainda a Unidade de Emergência e Proteção e Socorro (UEPS), permitindo testar, em contexto operacional, a comunicação e coordenação entre os vários intervenientes.
Mais do que testar a reação a uma emergência, o exercício permitiu avaliar a eficácia dos procedimentos existentes, identificar riscos e constrangimentos, testar os mecanismos de comunicação e decisão e verificar a capacidade de evacuação e de primeira intervenção das empresas.
Refira-se que este simulacro integra-se no Eixo 5 das Áreas de Acolhimento Empresarial de Nova Geração, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).