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ABRIL - MÊS DA PREVENÇÃO DOS MAUS-TRATOS NA INFÂNCIA
área de conteúdos (não partilhada)A CPCJ da Murtosa e o Município da Murtosa voltam a assinalar o mês de abril - Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, promovendo uma mensagem de cuidado, proteção e compromisso coletivo, inspirada na história do laço azul, criada em 1989 por Bonnie Finney e hoje amplamente reconhecida a nível internacional.
A CPCJ da Murtosa e o Município da Murtosa voltam a assinalar o mês de abril - Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, promovendo uma mensagem de cuidado, proteção e compromisso coletivo, inspirada na história do laço azul, criada em 1989 por Bonnie Finney e hoje amplamente reconhecida a nível internacional.
Aceitando o desafio da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens, a CPCJ com o apoio do Município da Murtosa associa-se a esta iniciativa, procurando sensibilizar toda a comunidade para a importância de um compromisso ativo na proteção das nossas crianças e jovens.
Ao longo do mês, serão promovidas iniciativas com esse propósito. Destaca-se a “Primavera Ciclável”, que mais uma vez se une a esta causa, incentivando a participação da comunidade. Pode-se inscrever através do link https://www.cm-murtosa.pt/p/Primavera_Ciclavel_2026 . Paralelamente, as escolas e IPSS’s serão convidadas a desenvolver atividades de caráter lúdico e pedagógico, promovendo o envolvimento das crianças em articulação com a família, valorizando o brincar como espaço de afeto, partilha e aprendizagem.
As entidades locais associam-se igualmente a esta campanha através da colocação do laço azul, símbolo internacional da prevenção dos maus-tratos na infância. Como gesto simbólico, o Centro de Saúde da Murtosa está iluminado de azul, reforçando visualmente esta mensagem e apelando à consciência coletiva.
As nossas crianças têm o direito de crescer com amor, respeito e proteção. A infância deve ser sinónimo de segurança, cuidado e oportunidades para um desenvolvimento pleno e saudável.
Denuncie a violência. Seja a voz de quem ainda não consegue fazer-se ouvir.
Juntos, podemos, e devemos construir um futuro mais seguro, mais justo e mais acolhedor para todas as crianças.
Proteger a infância é um dever coletivo que não podemos ignorar.